quinta-feira, 26 de março de 2009

Pseudorromance.

"O amor é um parasita.
Faminto de comida.
Quando não podemos alimentá-lo.
De fome ele morre.
Morrer não é difícil.
É pior pra quem continua vivo.
E quem sofre somos nós.
Que desejávamos amar."



...É só um poeminha mal feito que eu fiz sobre o amor.

O que eu quero dizer é que o amor só existe enquanto ele é concreto, enquanto ele é correspondido. Ele não vive só de alma e de espírito, ele precisa de carne, então não adianta tentar alimentar um amor com virtualidades. Concretize o seu amor, não deixe-o morrer.



Dedico esse post à um coração apaixonado, o coração de Filipe. ^^


Um comentário:

Alessandra Castro disse...

E eu tenho que aprender essas coisas. Ainda adoro sofrer por nada correspondido.