terça-feira, 31 de março de 2009

Um pouco de ação...

Esse último sábado foi extraordinário. Eu passei o dia só em casa porque meus pais foram fazer um tal curso (ótimo vê-los fazendo alguma coisa para crescer).

Acordei cedo, fui nadar, voltei, almocei, tive aula de música... enfim, fiz as minhas coisas. Uma hora o maldito telefone começou a tocar e quando eu atendi a campainha tocou. Minhas cadelas começaram a latir tanto que mal deu pra ouvir a moça que estava no outro lado da linha, só escutei que ela era da Brasil Telecom. Eu já tava tão tonto com aqueles latidos e ansioso por causa da campainha que não teve jeito, desliguei o telefone na cara da mulher (HÁ HÁ) e corri pra atender a porta... era uma vizinha...

Conclusão: Cuidar sozinho de uma casa não é fácil.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Pseudorromance.

"O amor é um parasita.
Faminto de comida.
Quando não podemos alimentá-lo.
De fome ele morre.
Morrer não é difícil.
É pior pra quem continua vivo.
E quem sofre somos nós.
Que desejávamos amar."



...É só um poeminha mal feito que eu fiz sobre o amor.

O que eu quero dizer é que o amor só existe enquanto ele é concreto, enquanto ele é correspondido. Ele não vive só de alma e de espírito, ele precisa de carne, então não adianta tentar alimentar um amor com virtualidades. Concretize o seu amor, não deixe-o morrer.



Dedico esse post à um coração apaixonado, o coração de Filipe. ^^


sábado, 21 de março de 2009

Sobre Melzinha.

Eu estava sonhando (para variar) com a minha viagem para Londres e com todas as aventuras que viverei lá, mas logo parei com esse sonho porque eu sei que ele não se tornará realidade, pelo menos não tão cedo.

Um dos principais motivos que impedem-me de viajar é a minha cadela Melzinha. Ela me adotou como pai e todos aqui em casa sabem muito bem disso porque ela me segue a todos os lugares, me protege até do que não é ameaça e obedece unicamente a mim. Meus pais dizem que quando eu saio de casa ela fica me esperando perto da porta, e que quando eu durmo fora de casa ela fica boa parte da madrugada me esperando ali, perto da porta. Resumindo: ela é dependente de mim.

Isso é a destruíção da minha liberdade. Já percebi que eu só vou poder viajar depois que a Melzinha morrer, ou seja, daqui, no mínimo, dez anos e, até lá, terei que limitar minha vida porque desconfio que essa cadela baterá as botas ou endoidecerá caso fique longe de mim.

Escrevendo essas palavras eu fico parecendo um monstro terrível. Essa cadela me ama e o que ela ganha com isso?: Minhas palavras repugnantes de desprezo, porém, esses pensamentos monstruosos passam na minha cabeça inevitavelmente. De qualquer forma, eu não viajarei enquando a Melzinha estiver respirando porque...eu amo ela, mentira, eu sou uma pessoa muito fria para amar - Eu faço coisas pensando no bem dela, digamos assim...

#1.

Hoje o dia tá lindo...

Eu queria muito sair, mas não sozinho...

Parece que vou ter que esquecer que existe um dia lindo lá fora.